INDEPENDÊNCIA OU MORTE!

INDEPENDÊNCIA OU MORTE!

198 anos se passaram desde que o príncipe herdeiro da coroa portuguesa gritou a frase que é título deste texto.

Queremos aqui provocar uma reflexão. Somos de fato independentes?

Vivemos na era da globalização, alguns chamam de mundialização, onde bens, serviços e capitais transitam em todos os territórios e continentes.

Vivemos em uma era onde a informação, a tecnologia e o transporte deixaram o mundo muito mais pequeno.

Vivemos enfim conectados com o que o mundo nos oferta. Precisamos de vários países, que por sua vez também precisam de nós. Um exemplo maior é a China, principal importador de produtos brasileiros.

Fica claro que no quesito comercial não existe independência nem aqui nem acolá. Mas quando entra a questão social, aí sim nossa independência fala mais alto.

INDEPENDÊNCIA OU MORTE!

É difícil, para não dizer impossível, um outro país se importar com a nossa falta de saneamento básico, baixos níveis de educação, saúde precária, transporte público incipiente.

Diga aí? Qual país se importa com nosso déficit habitacional de quase 8 milhões de moradias?

Quando se trata de questão social, a lição deve ser feita em casa porque este é um ponto onde a globalização não entra. A ACOMASUL faz justamente a sua lição de casa. Criticamos o que precisa melhorar, e aplaudimos o que foi melhorado. Trabalhamos para que possamos ter segurança jurídica e assim proporcionar um país mais justo onde todos possam ter oportunidade de moradia digna.

Queremos neste 7 de setembro dizer que estamos prontos para continuar construindo um país onde as famílias possam ter a oportunidade de conquistar a casa própria, sem amarras, sem burocracia, a um preço justo!

Quando uma família compra a casa própria ela conquista a sensação de pertencimento, e a realização de um sonho. E estes aspectos são de fato sentimentos de Independência!

ADÃO CASTILHO – PRESIDENTE DA ACOMASUL

7 DE SETEMBRO DE 2020

ACOMASUL SE REÚNE COM GIHAB

ACOMASUL SE REÚNE COM GIHAB

Sempre pensando em facilitar o trabalhador do associado, a diretoria da Acomasul teve uma reunião muito importante na manhã desta quarta-feira, 02/09. O encontro foi com a GIHAB (Gerência Executiva de Habitação) da CEF de Mato Grosso do Sul.

ACOMASUL SE REÚNE COM GIHAB

Participaram da reunião pela Acomasul o presidente Adão Castilho, o vice-presidente Gustavo Shiota, e o conselheiro administrativo Luciano Rufato. Pela CEF, estavam presencialmente o engenheiro Leandro, o diretor Alexandre, o gerente Cristiano, e via live o engenheiro Alessandre.

Os principais assuntos discutidos foram aumento dia preços do material de construção; avaliação dos imóveis; planilha de avaliação; sugestão de avaliação; e a questão da telha metálica (simples ou sanduíche).

Todos os detalhes serão repassados em breve para você associado.

27 DE AGOSTO, DIA DO CORRETOR DE IMÓVEIS

27 DE AGOSTO, DIA DO CORRETOR DE IMÓVEIS

Um vendedor de sonhos! Esta talvez seja a melhor definição para a profissão. O corretor de imóveis vende sonhos para que compra porque realiza o desejo – na maioria das vezes – da aquisição do primeiro imóvel.

27 DE AGOSTO, DIA DO CORRETOR DE IMÓVEIS

Toda vez que um corretor vende um imóvel ele também realiza o desejo de quem tinha o imóvel para vender. Perceba então o tamanho da responsabilidade de um corretor que precisa trazer satisfação para quem compra e para quem vende.

Acima de tudo, o corretor de imóveis preza pela segurança jurídica em uma negociação. Um imóvel negociado por meio de um corretor tem todas as prerrogativas que exigem a lei. Assim, tanto vendedor quanto comprador podem dormir tranquilos.

Hoje, 27 de agosto, comemora-se o Dia do Corretor. A data foi escolhida porque remete à uma conquista. Foi em 27 de agosto de 1962 que a profissão de corretor de imóveis foi regulamentada. Atualmente, o Brasil tem cerca de 400 mil corretores cadastrados nos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (CRECI).

A ACOMASUL parabeniza todos os corretores que ajudam no desenvolvimento e na construção das cidades.

CAMPO GRANDE, AJUDAMOS A CONSTRUIR ESTE MUNICÍPIO

CAMPO GRANDE, AJUDAMOS A CONSTRUIR ESTE MUNICÍPIO

A capital de Mato Grosso do Sul faz 121 anos. É uma cidade diferenciada, tem de tudo e permanece com ares de interior. As ruas largas não nos deixam estressados no trânsito. As sombras das árvores nos dão abrigo do sol que predomina quase o ano todo. E os parques são locais de encontro e lazer para nossas famílias e amigos.

CAMPO GRANDE, AJUDAMOS A CONSTRUIR ESTE MUNICÍPIO

Nesta cidade – que em breve terá um milhão de habitantes –ainda encontramos a paz tão escassa em outras capitais. Em Campo Grande, conseguimos tomar aquele tereré na porta de casa, batendo papo com os vizinhos.

Nós da Acomasul estamos orgulhosos nessa data porque ajudamos a construir essa capital. Nossa Associação é nova mas a maioria dos nossos associados já tem história pra contar. Muitos de nós povoamos os bairros mais afastados com o fruto do nosso trabalho. Construímos em locais que eram vazios urbanos e hoje são bairros formados com toda infraestrutura.

Quando digo que ajudamos no crescimento de Campo Grande, refiro-me não só aos construtores, mas a toda a cadeia da construção civil: corretores, lojistas e profissionais liberais como engenheiros, arquitetos, e tecnólogos. Por meio da união destas categorias trouxemos desenvolvimento à capital de Mato Grosso do Sul.

Hoje, é dia para comemorar e também dia de refletir sobre o futuro da cidade que abriga nossas famílias. O nosso desafio é continuar com condições de fomentar a pujança de Campo Grande. Temos convicção que nossas autoridades coadunam com o mesmo objetivo.

Portanto, vamos em frente, porque o futuro pertence a todos nós! PARABÉNS CAMPO GRANDE!

ADÃO CASTILHO
Presidente da Acomasul

EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL ESTÃO OTIMISTAS COM NOVO PROGRAMA HABITACIONAL

EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL ESTÃO OTIMISTAS COM NOVO PROGRAMA HABITACIONAL

O governo federal anunciou nesta terça-feira, (25), um novo programa habitacional batizado de Casa Verde e Amarela em substituição ao nome Minha Casa Minha Vida. O governo vai cortar os juros em até 0,5% do ano, e a meta é beneficiar 1,6 milhão de famílias, principalmente das regiões norte e nordeste do Brasil.

EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL ESTÃO OTIMISTAS COM NOVO PROGRAMA HABITACIONAL

Com o novo programa, os juros cairão para 4,25% ao ano para os beneficiários do Norte e Nordeste, e para 4,5% em outras regiões do país. A expectativa com os novos rumos do programa habitacional é também criar dois milhões de empregos indiretos.

Para o presidente da Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul), Adão Castilho, o novo programa vai impulsionar a economia. “Economia e saúde têm de caminhar juntas, esperamos que a pandemia vá embora logo e por isso precisamos ter metas desde já para iniciar a recuperação. O governo acerta a mão porque a construção civil é o alicerce da economia”, afirma Castilho.

Castilho também é vice-presidente da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC). Os pequenos empresários da construção são responsáveis por quase metade dos imóveis financiados pelo Minha Casa Minha Vida, agora Casa Verde e Amarela. “O déficit habitacional no nosso país é de cerca de oito milhões de moradias. Nós estamos prontos para contribuir junto com os grandes empresários e assim tornar 2021 um ano promissor”, finaliza Castilho.

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FENAPC PARTICIPA DE LANÇAMENTO DO PROGRAMA “CASA VERDE E AMARELA”

A FENAPC (Federação Nacional dos Pequenos Construtores) foi convidada para o lançamento nesta terça-feira, 25/08, do programa “Casa Verde e Amarela”, projeto habitacional que vai substituir o “Minha Casa, Minha Vida”. A ideia do governo, além de construir novas habitações, é retomar obras já contratas mas que estão paradas, e regularizar 12 milhões de imóveis de famílias de baixa renda.

Algumas fontes do governo sinalizam que as maiores mudanças serão para as faixas 1 e 1,5, e na forma de subsídio para o programa. Também deve ter redução de juros entre 0,25% e 0,5% para famílias que contam com renda de até três salários mínimos (R$ 3.135).

Segundo dados da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o “Minha casa, minha vida” sustentou o resultado positivo das incorporadoras mesmo durante a pandemia. No trimestre encerrado em abril, os lançamentos cresceram 10,5%, e as vendas 20,3%.

“Aguardamos com espectativa o lançamento do programa que substitui o “Minha Casa Minha Vida”. Esperamos que as mudanças tragam vários benefícios para as famílias de baixa renda, e que incentivem os pequenos construtores que são responsáveis pelo financiamento de quase metade dos imóveis do programa”, afirma o vice-presidente da FENAPC e presidente da ACOMASUL (Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul), Adão Castilho.

O programa “Minha Casa, Minha Vida”, respondeu por 81% dos lançamentos e por 73% das vendas de imóveis realizadas nos últimos 12 meses.

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Alvará Imediato libera quase mil licenças para a construção civil em 8 meses em Campo Grande

Para desburocratizar as solicitações de alvarás de construção, licenças são aprovadas em até 48 horas.

O Alvará Imediato foi implantado há oito meses em Campo Grande com a finalidade de desburocratizar as solicitações de alvarás para o setor de construção civil. A solicitação é feita online e agiliza os trâmites da construção. Desde a implantação do programa, até julho deste ano, já foram emitidos 959 Alvarás de Construção nesta modalidade.

Segundo o arquiteto e urbanista Gustavo Shiota, o processo adotado na Capital, tem sido referência para outras cidades do país. ““Alguns não acreditam, até duvidam de que está certo, se é isso mesmo. E quando entendem que trata-se de um processo regular em Campo Grande, chegam a solicitar para que isso seja implantado na sua cidade. O que além da agilidade no processo como um todo, para nós profissionais, é motivo de orgulho”, disse.

Para agilizar os processos, o Alvará Imediato busca desburocratizar procedimentos administrativos e dar celeridade na emissão do Alvará de Construção. O modelo tem apresentado em Cuiabá e Porto Alegre, por exemplo.

O arquiteto e urbanista, André Araujo Zago, destaca o impacto em relação aos prazos processuais para a aprovação de um projeto arquitetônico “Mudou totalmente. Com menos burocracia, as construções se tornaram o próximo passo após a finalização dos projetos. Pulando uma fase que demorava no mínimo três meses. Resumindo, todos ganhamos com o Alvará Imediato”, exemplificou.

Atualmente, a média para a emissão do Alvará Imediato é de 48 horas com as implementações necessárias, esse tempo deverá ser reduzido para poucas horas.

“Neste momento, onde passamos por uma pandemia, esta modernização é fundamental. A Prefeitura atua no sentido de incentivar a retomada da economia junto à cadeia da construção civil, que gera emprego e renda para inúmeras famílias”, disse o secretário de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luiz Eduardo Costa.

Matéria retirada do site Midiamax.

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MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO COMEÇAM A FALTAR E CONSTRUTORES APELAM PARA AS EMPRESAS VOLTAREM A PRODUZIR

Os pequenos empresários da construção civil enfrentam uma situação que se espalha por todo o Brasil: a falta de material de construção em plena pandemia. O setor da construção foi um dos poucos que não sofreram tanto com a pandemia. Em Mato Grosso do Sul houve até geração de empregos, por exemplo, no mês de junho foram criadas 50 vagas, segundo o CAGED (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego).

Para o presidente da ACOMASUL (Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul), Adão Castilho, a explicação para a falta de materiais é que a indústria em um primeiro momento acreditou que haveria retração no consumo por causa da pandemia de coronavírus, e por temer acúmulo de estoque acabou decidindo suspender a produção. “No entanto, o que se viu foi justamente o contrário, projetos engavetados foram colocados em prática e a construção está a todo vapor. Mas as indústrias não acreditaram no mercado, então acabou que a produção diminuiu e aí teve desabastecimento do material”, explica Castilho.

Nos últimos três meses, alguns produtos elétricos e hidráulicos tiveram aumento de até 40% no preço. Já os tijolos lideram a lista de reajustes. Segundo Castilho, tem lojista em Campo Grande vendendo o milheiro de tijolos pelo dobro do preço que era praticado antes da pandemia. “O tijolo de oito furos é um exemplo, o milheiro custava cerca de R$ 500,00 no mês de março. Agora já está na casa dos R$ 1.000,00. E para piorar a situação, a maioria das lojas não tem o produto à pronta entrega. Em alguns casos é preciso esperar mais de um mês”, afirma Castilho.

O presidente da Acomasul vê a atual situação de forma preocupante. “As vendas de imóveis cresceram cerca de 20%. Esta reação da construção civil nesta época pode dar impulso para a retomada da economia. Seria então a hora das fábricas contratarem mão de obra para reativar a linha de produção, e abastecer o mercado”, pondera Castiliho. A Acomasul responde por quase metade dos imóveis financiados pelo Minha Casa Minha Vida em Mato Grosso do Sul. “Não dá para suportar a alta do material de construção sem repassar para o produto final. Fazemos um apelo para os fabricantes porque se voltarem a produzir como antes terão com certeza mercado para vender”, finaliza Castiliho.