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PRESIDENTE DA ACOMASUL ANALISA CRESCIMENTO E ENTRAVES À CONSTRUÇÃO CIVIL

“Construção civil cresce em MS, mas a inflação está pesando”, afirma entidade

Instituto divulgou hoje a Pesquisa Anual da Indústria da Construção Civil referente ao ano de 2020

Construção de prédio residencial em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis / Arquivo)
Construção de prédio residencial em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis / Arquivo)

O mais recente levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que Mato Grosso do Sul encerrou 2020 com 939 empresas ativas no setor da construção civil, crescimento de 19,3% em relação a 2019. O número faz parte da Pesquisa Anual da Indústria da Construção Civil referente ao ano de 2020. Para a Acomasul (Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul), de lá para cá, crescimento se manteve, mas inflação pesou “no bolso” do setor.

Em termos nacionais, o Brasil fechou 2020 com 58.162 empresas, o que representa crescimento de 4,7% em relação a 2019, quando existiam 55.565. Já em MS, em 2019 eram 787 empresas. Ainda segundo o levantamento, entre os estados da região Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul é o que tem o menor número de empresas do setor: Goiás tem 2.151, Mato Grosso 1.395 e o Distrito Federal tem 956.
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Empregos – MS também teve crescimento em relação ao número de pessoas ocupadas. Em 2020 eram 21.379 trabalhando no setor, número 10,6% maior na comparação com 2019, que registrou 19.323 ocupados.

Salário – Na avaliação da série entre 2007 e 2020, o Estado registrou aumento no quesito salário, retiradas e outras remunerações. Na comparação com 2019, a participação dos salários cresceu 3,6% em 2020, apresentando o resultado de R$ 640,5 milhões. Com isso, MS ficou na 16ª posição no ranking entre as unidades da federação.

O valor das incorporações também cresceu: 2,2% em MS. A atividade da construção gerou R$ 3,3 bilhões em valor de incorporações, obras e/ou serviços da construção em 2020. No Brasil, a indústria da construção gerou R$ 289 bilhões em valor de incorporações, obras e/ou serviços da construção. Deste montante, 93,6% se referiu ao valor de obras e/ou serviços de construção, enquanto 6,4% foi equivalente à receita bruta de incorporações de imóveis construídos por outras empresas.

Custos – Os custos das obras apresentaram queda de 4,8% no ano de 2020, totalizando R$ 1.129.134. No ano anterior foram R$ 1.186.194.

O que o setor vê – Mesmo o levantamento do IBGE se referir, principalmente, à construção de infraestrutura, é possível avaliar a realidade do setor com base nos números da construção residencial. Para o presidente da Acomasul, Diego Canzi Dalastra, de 2020 a 2022 o setor continuou aquecido.

“A construção civil continua positiva em termos de crescimento, cresceu de 2020 a 2021, de 2021 a 2022, e deste ano até o ano que vem, estamos na expectativa também de crescimento. Para 2022 a estimativa é de 3,5% de crescimento”, detalha.

O que pode frear, mesmo que com pouca intensidade, o setor, é a inflação. “Tivemos uma inflação absurda. O preço dos insumos subiu assustadoramente. Com isso, o valor do imóvel para o consumidor final subiu cerca de 50%, esse aumento só não foi maior porque o custo com mão de obra não teve aumento expressivo. O grande vilão foram os insumos”, explica Dalastra.

Preocupação – “Continuaremos crescendo porque existe o déficit de habitação, então há necessidade de produção de imóveis, no entanto, estamos apreensivos com o aumento no custo dos imóveis”, conta.

O presidente explica que essa é a grande preocupação do setor da construção civil residencial. “Sabemos que 90% dos imóveis são comercializados graças a financiamento, mas a renda do consumidor não acompanhou esse aumento. Então, a parcela desse imóvel no valor atual, vai caber no bolso do consumidor?”, questiona Dalastra. “Estamos num cenário apreensivo, em crescimento, mas apreensivo”, finaliza. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

161.2

ACOMASUL SE REÚNE COM CEF UM DIA DEPOIS DA REUNIÃO COM ASSOCIADOS

A Acomasul se reuniu na manhã desta sexta-feira, 10 de junho, com a Agência Centralizadora de Atividade Técnica de Habitação de Goiânia da CEF.

“Foi uma apresentação da CEF para nós construtores sobre como funciona o sistema de avaliação de imóveis e como é possível, em caso de divergência, sustentar uma contestação”, afirma o presidente da Acomasul, Dr. Diego Canzi Dalastra.

Reunião Caixa

Este encontro aconteceu ao dia seguinte da segunda reunião presencial de 2022 da Acomasul com os associados. Na noite desta quinta-feira, o bate-papo com a categoria foi no auditório do CRECI.

O presidente da Acomasul falou sobre vários assuntos, entre eles, o Seguro de Danos Estruturais, Alvará Imediato, Habite-se, e justamente sobre Avaliação de Imóveis – que foi o assunto da reunião desta sexta-feira com a CEF.

O Dr. Diego Canzi Dalastra ainda tirou dúvidas dos construtores sobre o andamento das reivindicações da categoria em Brasília por meio da FENAPC, na qual o presidente da Acomasul faz parte da nova diretoria. Entre as reivindicações estão alterações no Programa Casa Verde e Amarela para estimular a construção e venda de imóveis.

Na reunião, o contador Jhonny Vargas explanou sobre ITBI e INSS e tirou várias dúvidas dos construtores.

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CEF BATE RECORDE EM FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

A Caixa Econômica Federal concedeu R$ 15,6 bilhões em crédito imobiliário no mês de maio deste ano. Este é o melhor resultado mensal da história do banco. O recorde anterior era de agosto do ano passado, com R$ 14 bilhões em contratações.

Em relação a maio de 2021, as concessões realizadas pela Caixa subiram 29,2% na modalidade. Segundo especialistas, a Caixa está abrindo a torneira no crédito imobiliário para recuperar mercado no setor, em que é líder.

Boa parte do avanço tem sido no crédito com recursos da poupança, que tem sido um dos focos da desaceleração do mercado. Em abril, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) esse tipo de financiamento caiu 31,6% em relação ao mesmo período de 2021.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

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PRESIDENTE DA ACOMASUL FAZ PARTE DA NOVA DIRETORIA DA FENAPC

João Victor Ribeiro foi reconduzido ao cargo de presidente

A Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC) elegeu nesta segunda-feira (30) a sua nova diretoria para o biênio 2022/2024. Diferente de outras instituições, que utilizam chapas com cargos pré-definidos, na FENAPC cada cargo é votado de forma independente buscando uma maior representatividade entre diferentes regiões da federação. Neste ano cinco associações compõem o quadro.

O atual presidente, João Victor Ribeiro, representante da ACEG-GO, foi reconduzido ao cargo. Segundo ele, o objetivo é dar prosseguimento ao trabalho de recuperação do setor, focando nas necessidades dos pequenos construtores, principalmente no que diz respeito à manutenção da capacidade construtiva e do modelo de negócio. “Somos um braço importante da construção civil. A FENAPC é uma entidade com capilaridade como nenhuma outra, pois estamos em cidades de todo país. Em muitos lugares somos as únicas opções de habitação profissional”, explica.

A FENAPC foi criada em 2017 para defender os interesses dos pequenos construtores em pautas do setor da construção civil e do mercado imobiliário. Atualmente ela tem em seu quadro mais de 2 mil construtores, distribuídos em 22 associações regionais de todo o Brasil.

Confira abaixo os nomes que integram a nova diretoria:

Presidente – João Victor Ribeiro (ACEG/GO)
Vice-Presidente – Mirna Rúbia (ACCA/SC)
Diretor Financeiro – Vitor Hugo (ACEG/GO)
Vice-Diretor Financeiro – Francisco Guilherme (ACEG/GO)
Diretor Técnico – Alisson Santos Silva (ACIMT/MT)
Vice-Diretor Técnico – Miguel João Moreira (ACCA/SC)
Diretor Administrativo – Diego Canzi Dalastra (ACOMASUL/MS)
Vice-Diretor Administrativo – Guilherme Vaz (ACONAP/PR)

CONSELHEIROS

Marcleide Rocha de Souza (ACIMT/MT)
Wesley Junior Souza Carvalho (ASSUC/MG)
André Saulo Sanches (ACONAP/PR)
Cícero Elenilton do Nascimento Lopes (ACCS/CE)

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ACOMASUL ENGAJADA EM MUDANÇAS NO ALVARÁ IMEDIATO E HABITE-SE

A diretoria da Acomasul se reuniu nesta terça-feira, 24 de maio, com o pré-candidato ao governo de MS, Marquinhos Trad, e com o vereador Otávio Trad. Pela Associação dos Construtores estavam o presidente Dr. Diego Canzi Dalastra, o diretor financeiro Cezar André Zanin, e o vice-diretor de Normas Legais e Assuntos Públicos, Luciano Rufato.

A Acomasul levou ao conhecimento das autoridades algumas questões que têm dificultado o trabalho do construtor, entre elas, o pedido de sanção à Lei que altera o texto do Alvará Imediato. Dentro do novo texto já aprovado pela Câmara Municipal consta que haverá tolerância de 5% para mais ou para menos na medição da área construída. Marquinhos Trad e o vereador Otávio Trad se comprometeram em conversar com a prefeita Adriane Lopes para que a Lei seja sancionada.

Na ocasião, a diretoria da Acomasul também comentou sobre as dificuldades enfrentadas com o Habite-se, no consenso das exigências feitas pela fiscalização. Prontamente, Marquinhos Trad e Otávio Trad solicitaram uma reunião com a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano).

A reunião já foi realizada na manhã desta quarta-feira, 25 de maio, onde estiveram presentes o secretário da Semadur, Luis Eduardo Costa e o responsável pelo setor de fiscalização do Habite-se, o Luizão.

A sugestão da Acomasul foi criar um check-list, documento de vistoria que ficaria com os fiscais da prefeitura e com os construtores. Dessa forma, todos ficariam sabendo das exigências e o que é necessário para pedir o Habite-se. Esse documento será agora elaborado entre Acomasul e Semadur para que saía o check-list, que será único entre fiscais e construtores.

O resultado dessas reuniões reforça a preocupação e o engajamento da Acomasul com as necessidades dos construtores. Estamos sempre lutando para desburocratizar e trazer segurança jurídica aos nossos associados.

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REGIÃO CENTRO-OESTE REGISTRA MAIOR VARIAÇÃO MENSAL NO CUSTO DA CONSTRUÇÃO

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi de 1,21% em abril, subindo 0,22 ponto percentual em relação a taxa do mês de março que registrou 0,99%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado nos últimos doze meses foi a 15,00%. Já no ano, o acumulado ficou em 3,52%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, foi de R$ 1.567,76 em abril, sendo R$ 944,49 relativos aos materiais e R$ 623,27 à mão de obra.

O custo por metro quadrado na região Centro-Oeste foi de R$ 1.572,30. O Centro-Oeste registrou a maior variação regional pelo segundo mês consecutivo, 1,51%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,28% (Norte), 1,09% (Nordeste), 1,13% (Sudeste), e 1,43% (Sul).

Assessoria de Comunicação da Acomasul

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GOVERNO FEDERAL PODE ZERAR IMPOSTOS DE PRODUTOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Nesta quarta-feira, 11/05, o Comitê Executivo da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) vai discutir se zera ou não impostos de importação de 11 produtos, a maioria voltada para construção civil.

Entre os produtos está o aço. Ao reduzir o Imposto de Importação, o governo tenta forçar a queda dos preços, por meio do aumento do ingresso de produtos importados.

Tendo por base o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), a inflação registrada para materiais e equipamentos usados pelo setor da construção ficou em 51,21% entre janeiro de 2020 e março de 2022. Os dados são da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

Entre as variações expressivas destacadas pela CBIC figuram a de condutores elétricos (91,9%), tubos e conexões de PVC (91,8%), vergalhões e arames de aço ao carbono (81,5%) e eletroduto de PVC (70,8%).

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

156.2

DIRETORIA DA ACOMASUL TEM REUNIÕES NA PREFEITURA DE CAMPO GRANDE

O diretor de Normas Técnicas e Legais da Acomasul, Ian Yamato Kawanami se reuniu com a chefe da Divisão de Fiscalização e Licenciamento Urbanístico da prefeitura da Semadur de Campo Grande, Clara Kohl de Araújo. Também participou da reunião a gerente de Fiscalização Urbanística da Semadur, Maiara Teixeira de Morais. O objetivo da reunião é buscar buscar soluções para as demandas dos construtores.

Já o vice-presidente da Acomasul, Gustavo Shiota, se reuniu com a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, e com os secretários da Semadur e Planurb, Luís Eduardo Costa e Berenice Domingues. O objetivo é destravar as pautas do Plano Diretor que ainda precisa de regulamentação, como Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC), Outorga Onerosa de Alteração de Uso do Solo (OOAU), Taxa de Relevância Ambiental, e Estudo de Impacto de Vizinhança.

As nossas demandas foram muito bem recebidas pela prefeita e pelo secretariado que se colocaram à disposição para resolver todas as questões. Em breve, traremos mais detalhes do resultado dessas reuniões.

A Acomasul não para e está sempre em busca de segurança jurídica e menos burocracia para os associados.