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ACOMASUL SOLICITA À CEF AVALIAÇÃO PRÉVIA DE IMÓVEIS

A diretoria da Acomasul se reuniu em Campo Grande com o novo Superintendente Executivo de Habitação da CEF, Thiago Barros de Matos. Participaram do encontro o presidente da Acomasul, Dr. Diego Canzi Dalastra, o diretor de Normas Legais e Assuntos Públicos da Acomasul, Ian Yamato, e o vice-diretor de Normas Legais e Assuntos Públicos da Acomasul, Luciano Rufato.


A reunião foi para estreitar relações entre a Acomasul e o novo Superintendente para estabelecer um canal de comunicação.
A diretoria da Acomasul também entregou um requerimento para que Mato Grosso do Sul tenha um projeto piloto de um novo serviço pela Caixa Econômica Federal. “Trata-se de uma avaliação prévia dos imóveis a serem construídos. O construtor informa os modelos construtivos (local, área, etc.) e a CEF já forneceria a avaliação prévia do valor do imóvel no mercado”, explica o presidente da Acomasul, Dr. Diego Canzi.


“Dessa forma, o construtor teria antes de construir – por um prazo estipulado – o valor do imóvel na avaliação prévia”, finaliza Diego. O resultado desse requerimento informaremos em breve.

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PRESIDENTE DA ACOMASUL CONCEDE ENTREVISTA AO MIDIAMAX PARA FALAR SOBRE DEMANDA E PREÇO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Construtores ajustam estoques, mas alta nos preços dos materiais ainda preocupa em MS

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No final do ano passado, os construtores de Mato Grosso do Sul enfrentaram escassez nos materiais para construção e precisaram se adequar às altas sofridas nas tabelas de preços. Atualmente, já passada a metade de 2021, o segmento finalmente ajustou o estoque para conseguir manter os trabalhos, mas a instabilidade nos preços ainda preocupa a categoria.

Conforme o presidente da Acomasul (Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul), Diego Canzi Dalastra, o setor superou o desafio de se ajustar à nova realidade em meio carência de matéria-prima e aos longos prazos de entrega.

“Com relação à escassez, a situação não está tão grave como no ano passado, mas ainda não se normalizou. O prazo de entrega de um material de construção que antes era 15 dias ou 20 dias, hoje está levando até 90 dias. Por mais que o próprio comércio tenha se autorregulado, ainda sofremos com o prazo de entrega”, explica.

O outro problema é que, em meio à crise decorrente da pandemia, os materiais de construção também vêm sofrendo constantes reajustes e, em meio a escassez já mencionada, houve situações em que obras foram paralisadas devido à falta de matéria.Assim, qase um ano depois da ‘pane’ no setor, os materiais seguem sofrendo constantes reajustes nos valores e instabilidade é a “dor de cabeça” dos construtores.

“Com relação aos custos, está tendo aumentos constantes, o mercado ainda não se estabilizou, a cada 60 dias vem um novo aumento e ainda continua tendo inflação nos materiais de construção”, comenta Dalastra.

Variação de 575% no interior

Em abril, a prefeitura de Dourados, através do Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) realizou pesquisa de preços de materiais de construção em 12 estabelecimentos. Durante o levantamento foi encontrada diferença de até 575% nos valores repassados ao consumidor. 

O ferro vergalhão 5mm apresentou 575% de diferença entre o estabelecimento com o preço mais alto e o mais baixo. O Vaso Sanitário Acoplado branco apresentou diferença de 520% entre o local com menor e maior preço.

A diferença geral de preços entre o estabelecimento com preço mais barato e com preço mais caro foi de 24,07 %. Foram encontrados nesta pesquisa, 22 produtos com variação acima de 50%, entre o menor e o maior preço de um estabelecimento para outro. 

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Representantes da construção civil solicitam vacinação contra Covid-19 para profissionais do setor

Nesta reportagem o presidente da Acomasul fala sobre o apoio da Associação a esta causa

 Na última sexta-feira (11), em carta aberta assinada pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso do Sul (CAU/MS), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-MS), Acomasul (Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul) e Sinduscon (Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Construção), foi solicitada a inclusão de todos os profissionais da construção civil nos grupos de vacinação contra covid-19.

O pedido foi protocolado junto às Secretarias de Saúde estadual e municipal, ao governador, ao prefeito da capital e à FIEMS. O presidente do CAU/MS, João Augusto Albuquerque Soares, destaca que a cadeia da construção é muito dinâmica. “É uma rotina intensa entre clientes, fornecedores, obras e prestadores de serviços, que deixa todos expostos ao risco de contrair o vírus. Por isso é fundamental que todos que atuam no setor sejam imunizados”.

“A construção civil é um dos setores primordiais para impulsionar a economia não apenas de Campo Grande, mas de todo o país, ainda mais neste momento de grande incertezas pelo qual passamos. É imperativo e urgente que todos os profissionais possam ter acesso à imunização”, disse a presidente do Crea-MS, engenheira Vânia Mello.

Juntas, as entidades representam aproximadamente 20 mil trabalhadores que atuam em atividade considerada essencial. O apelo foi motivado por queixas dos profissionais liberais que não conseguiram realizar o cadastro para vacinação, que exigia um documento que comprovasse vínculo empregatício. “As entidades solicitam a todas as autoridades envolvidas na imunização vacinal a inclusão dos engenheiros, arquitetos e urbanistas na vacinação, mediante apresentação da carteira profissional, observando-se, no mais, eventual critério de idade”, diz trecho da carta.

O presidente do Sinduscon-MS, Amarildo Miranda, ressalta a importância da vacinação da cadeia completa. “Para preservar a saúde e a vida de todos os profissionais que atuam no setor, é fundamental que todos sejam imunizados. Os fiscais, por exemplo, tem grande circulação, inclusive pelo interior do Estado. E uma vez que um trabalhador é infectado, todos devem ficar de quarentena também, parando todo o trabalho”.

“A Acomasul apoia a iniciativa porque arquitetos e engenheiros estão diretamente expostos aos riscos de contrair o vírus, assim como os demais (já contemplados pelo cronograma de vacinação)”, afirma o presidente da Acomasul, Diego Canzi.

Por Stephanie Ribas – Comunicação CAU/MS

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ENTENDIMENTO É QUE LOJAS DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO PODEM ABRIR

O Decreto Estadual cita que a construção civil é atividade essencial, e uma reportagem do site oficial do Governo do Estado diz que “….estabelecimentos da construção civil também podem funcionar na bandeira de grau extremo…….”.

Confira abaixo informações do Governo do Estado:
http://www.ms.gov.br/semana-comeca-com-restricoes-em-43-cidades-do-ms-confira-o-que-pode-e-nao-pode/

Outras reportagens reforçam que as lojas de material de construção podem abrir:

https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/lojas-de-materiais-de-construcao-podem-abrir-para-atendimento

https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/perguntas-e-respostas-saiba-o-que-pode-ou-nao-abrir-com-a-bandeira-cinza

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CEF CONCEDE NOVAMENTE REDUÇÃO DE PRESTAÇÃO E PAUSA NO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

A Caixa Econômica Federal liberou mais uma vez a redução de 25% a 75% no valor das parcelas do financiamento habitacional. O prazo varia de 3 meses a 6 meses e a solicitação pode ser feita por meio do aplicativo Habitação Caixa.

Para conseguir a redução de até 75% não será necessária qualquer comprovação.

Acima de 75%, os clientes precisam comprovar que perderam renda e serão avaliados.

Em ambos os casos, os descontos serão incorporados ao saldo devedor e diluídos ao longo do contrato.

Além disso, beneficiários do Auxílio Emergencial ou do Seguro Desemprego poderão contar com uma pausa de até 6 meses no pagamento das parcelas. Nesse caso deverá ser solicitada pelo App Habitação Caixa ou pelo telefone 0800-104-0104.

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CADASTRO VACINA

A assessoria de comunicação da Acomasul falou novamente com a prefeitura sobre a questão de empresas que ainda não aparecem no sistema da prefeitura na hora do cadastro para vacinação.

Semana passada, a prefeitura admitiu o problema e informou que abriria um perfil específico no site para o setor da construção civil para agilizar o cadastro.

No entanto, a prefeitura informou hoje que por questões técnicas isso não será mais possível. O procedimento então é o seguinte:

Empresa que aparece como ainda não cadastrada precisa mandar um ofício para SESAU para liberar o cadastro.

O procedimento para cadastrar a empresa é levar o cartão CNPJ ou Contrato Social até a recepção da SESAU e lá eles estão disponibilizando o ofício para cadastramento

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CADASTRO VACINA CONSTRUÇÃO CIVIL

A ACOMASUL recebeu algumas reclamações de associados que não conseguiram finalizar o cadastro para a vacinação contra o coronavírus porque o CNPJ da empresa ainda não consta na base de dados.

A assessoria de comunicação da Acomasul já entrou em contato com a prefeitura que admitiu o problema. Segundo a prefeitura, na próxima semana, deve ser aberto um perfil específico no site para o setor da construção civil, justamente para agilizar o cadastro.

Até que isto aconteça, o procedimento a ser seguido é justamente o que aparece na mensagem.