12

PRESIDENTE DA ACOMASUL PARTICIPA DE PROGRAMA CAMPO GRANDE EM PAUTA DA CÂMARA DOS VEREADORES.

O Presidente da Acomasul, Adão Castilho, participou na última semana do programa Campo Grande em Pauta que recebeu também a Vereadora Dharleng Campos e o Vereador João César Mato Grosso.

O assunto abordado foi sobre a Comissão Permanente de Indústria, comércio, agricultura e turismo.

Aperte o play e confira!

O Presidente da Acomasul, Adão Castilho, participou na última semana do programa Campo Grande em Pauta que recebeu também a Vereadora Dharleng Campos e o Vereador João César Mato Grosso.O assunto abordado foi sobre a Comissão Permanente de Indústria, comércio, agricultura e turismo.Aperte o play e confira! 😍

Publicado por Acomasul em Quinta-feira, 7 de maio de 2020
WhatsApp Image 2020-04-30 at 09.09.35

Live com Luciano Rufato: Como construir dentro das normas da Caixa.

⚠️ A FENAPC em parceria com algumas de suas Associadas (incluindo a ACOMASUL), promoverá nesta sexta-feira uma Live no YouTube com o tema Meu COT minha Dúvida que será ministrada pelo Engenheiro Luciano Rufato. 📝

✅ A mesma será privada para associados adimplentes e o link será disponibilizado momentos antes da live. Deem valor às vossas mensalidades e ao associativismo, não divulguem o link para NÃO ASSOCIADOS, estamos remunerando o palestrante, respeitem vosso dinheiro

✅ Perguntas podem ser enviadas para o e-mail luciano.rufato@gmail.com até quinta-feira 30/04 ao meio dia. NÃO podemos garantir que todas serão respondidas, mas faremos o possível para atender a todos

✅ Para terem acesso ao envio de mensagens durante a live, será necessário ter conta no Google e ser inscrito no YouTube. As mensagens podem não ser respondidas em tempo real, pois o palestrante estará aplicando o tema

✅ CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!! Aqueles que estiverem inadimplentes, favor regularizarem os débitos para terem acesso ao evento.

ADÃO CASTILHO – Presidente da ACOMASUL e Vice-presidente da FENAPC

REUNIAO-ABRIL2

2ª Reunião de Associados será transmitida pelo Youtube

Na próxima quarta-feira às 19h, a Acomasul vai realizar a reunião com os associados por meio de LIVE nas redes sociais. Sabemos que o momento não permite e nem é propício para reuniões presenciais, porém não podemos deixar de conversar com nossos associados e parceiros sobre os acontecimentos que envolvem nossa categoria.

Queremos falar e debater com nossos associados as iniciativas do governo para tentar amenizar os efeitos da pandemia de coronavírus na construção civil. Uma das ações foi dar carência de seis meses para o início do pagamento de prestações de imóveis adquiridos agora.

Vamos falar também como a Fenapc analisa este atual momento, e qual a orientação para nossos associados diante do momento inusitado e único pelo qual passamos na história recente da humanidade.

Outros assuntos serão ação social da Acomasul feita no mês de março, e redefinição de agendas e projetos da Associação para 2020.

Estarão conduzindo a LIVE, o presidente da Acomasul Adão Castilho – que também é vice-presidente da Fenapc; o vice-presidente da Acomasul, Gustavo Shiota; e o advogado da Acomasul, Dr. Diego Canzi.

Nossa LIVE será concisa e dinâmica. E você poderá participar, é claro, mandando suas perguntas por meio do nosso facebook. Esperamos você!

SINTRACOM-696x381

Construtores esperam que nova liberação do FGTS não afete Construção Civil

A Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul) teme que a liberação de uma nova leva de saques do FGTS possa comprometer ainda mais o setor da construção civil. Segundo o presidente da Acomasul, Adão Castilho, a liberação do FGTS não traz grande impactos para reaquecer a economia, e ainda reduz o investimento em habitação, já que o Fundo de Garantia tem como principal destino justamente financiar e subsidiar moradias.

“O governo federal poderia ativar e estimular a construção civil porque este setor estimula outros 62 segmentos da economia. Cada emprego gerado na construção reverte em outros 2,1 empregos na economia em geral”, explica Adão Castilho, que também é vice-presidente da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC).

Segundo Castilho, a nova onda de saques  que deve atingir 60 milhões de contas somando  R$ 35 bilhões vai comprometer a liquidez do FGTS. “Nos últimos anos, tivemos vários problemas em relação ao dinheiro para subsidiar imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida. Em alguns estados, a Caixa Econômica Federal levou até 2 meses para assinar contratos por falta de recursos. Pode acontecer agora um novo contingenciamento e comprometer novamente o setor que é um dos principais motores da economia”, diz Castilho.

O setor da construção civil foi um dos mais atingidos pela crise econômica que começou em 2014. Durante cinco anos, o PIB da construção foi negativo, tendo um ligeira alta apenas no ano passado. Estudos revelam que a primeira liberação do FGTS que começou no ano passado pode ter comprometido milhares de empregos diretos na construção civil.
A Acomasul entende que o momento é de proporcionar renda para os mais vulneráveis socialmente em consequência da pandemia de Coronavírus e coaduna com esta atitude. Os construtores torcem, porém, para que o governo também garanta recursos para o financiamento de imóveis mesmo com a liberação do FGTS.

“Nós da Acomasul e Fenapc entendemos que o governo deve pensar no bem-estar das famílias, principalmente em sua saúde, e não só em época de pandemia. Porém, é muito importante a empregabilidade e renda  para que a população tenha também moradia digna, educação, transporte e segurança. Isso só será possível com investimentos em setores que muito contribuem, e a construção civil contribui de forma significativa”, conclui Castilho.

Informações: Boca do Povo News

WhatsApp Image 2020-04-09 at 19.24.02 (2)

CONSTRUTORES DOAM CENTENAS DE CESTAS BÁSICAS PARA FAMÍLIAS QUE PERDERAM RENDA COM A COVID-19

A Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul) começou a distribuir nesta quinta-feira, (09), cestas básicas para a população mais atingida pelos efeitos da pandemia de coronavírus. “São famílias que perderam praticamente toda a renda que tinham por causa do período de isolamento social”, afirma a diretora da Acomasul, Claudemira Araújo, uma das idealizadoras da campanha.

Foram arrecadadas 126 cestás básicas compradas por integrantes da diretoria, associados e parceiros da Acomasul. Em cada cesta básica está indo pelo menos uma caixa de bombom para alegrar a Páscoa das crianças, e um folheto explicativo sobre prevenção à Covid-19.

A entrega das cestas básicas está sendo feita na periferia de Campo Grande para famílias que foram previamente cadastradas por necessitar extremamente de alimentos e produtos de higiene. A distribuição das cestas continua neste final de semana.

“Nosso compromisso também é social, não queremos apenas construir casas de qualidade, queremos também dar qualidade de vida para as pessoas. Se cada um fizer sua parte, conseguimos mudar a realidade da nossa nação”, explica o presidente da Acomasul, Adão Castilho.

Confira mais fotos em nossas redes sociais.

11

CONSTRUTORES ESPERAM QUE NOVA LIBERAÇÃO DO FGTS NÃO AFETE CONSTRUÇÃO CIVIL

A Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul) teme que a liberação de uma nova leva de saques do FGTS possa comprometer ainda mais o setor da construção civil. Segundo o presidente da Acomasul, Adão Castilho, a liberação do FGTS não traz grande impactos para reaquecer a economia, e ainda reduz o investimento em habitação, já que o Fundo de Garantia tem como principal destino justamente financiar e subsidiar moradias.


“O governo federal poderia ativar e estimular a construção civil porque este setor estimula outros 62 segmentos da economia. Cada emprego gerado na construção reverte em outros 2,1 empregos na economia em geral”, explica Adão Castilho, que também é vice-presidente da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC).


Segundo Castilho, a nova onda de saques  que deve atingir 60 milhões de contas somando    R$ 35 bilhões vai comprometer a liquidez do FGTS. “Nos últimos anos, tivemos vários problemas em relação ao dinheiro para subsidiar imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida. Em alguns estados, a Caixa Econômica Federal levou até 2 meses para assinar contratos por falta de recursos. Pode acontecer agora um novo contingenciamento e comprometer novamente o setor que é um dos principais motores da economia”, diz Castilho.


O setor da construção civil foi um dos mais atingidos pela crise econômica que começou em 2014. Durante cinco anos, o PIB da construção foi negativo, tendo um ligeira alta apenas no ano passado. Estudos revelam que a primeira liberação do FGTS que começou no ano passado pode ter comprometido milhares de empregos diretos na construção civil.
A Acomasul entende que o momento é de proporcionar renda para os mais vulneráveis socialmente em consequência da pandemia de Coronavírus e coaduna com esta atitude. Os construtores torcem, porém, para que o governo também garanta recursos para o financiamento de imóveis mesmo com a liberação do FGTS.


“Nós da Acomasul e Fenapc entendemos que o governo deve pensar no bem-estar das famílias, principalmente em sua saúde, e não só em época de pandemia. Porém, é muito importante a empregabilidade e renda  para que a população tenha também moradia digna, educação, transporte e segurança. Isso só será possível com investimentos em setores que muito contribuem, e a construção civil contribui de forma significativa”, conclui Castilho.

Construção-trabalha-para-tornar-concreto-protocolo-de-higiene.2

CONSTRUÇÃO TRABALHA PARA TORNAR CONCRETO PROTOCOLO DE HIGIENE.

A prefeitura de Campo Grande permitiu o retorno das atividades das pequenas e microempresas de construção civil, com até 20 funcionários.

A decisão começou a valer ontem (30), mas, na chegada aos postos de trabalho, os profissionais foram surpreendidos com orientações e novos hábitos de higiene, a fim de evitar a propagação e contaminação entre os funcionários.

Além disso, o momento representou também a abertura de estabelecimentos comerciais de venda de materiais de construção, cujos proprietários, mesmo felizes pela retomada, apontam que o medo tornou-se o principal companheiro de trabalho.

Para o presidente da Acomasul (Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul), Adão Castilho, a retomada ao trabalho deve ser de cuidados redobrados para evitar a contaminação e a propagação do vírus entre os colaboradores.

Pensando nisso, a associação emitiu um informativo com algumas orientações para que sejam repassadas aos trabalhadores do setor.

“Logicamente temos uma grande preocupação com o desemprego, mas acima de tudo com a vida. Os depósitos de materiais de construção também retornaram e junto com a construção civil devem trabalhar de acordo com essas medidas de prevenção. Uma atenção que estamos tomando de orientação é para que os funcionários não transitem pelas ruas com seus uniformes. Estamos orientando para que o uniforme permaneça no barraco de obra, para que evite a contaminação. Não adianta a gente voltar para o ambiente de trabalho sem saúde”, destacou ele, que completou, ainda, que os funcionários estão recebendo ajuda de custo para se deslocar até os locais de trabalho, a fim de evitar aglomerações.

José Abelha, presidente do Sintracom- CG (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário de Campo Grande), pontuou a retomada como positiva, mas afirmou que o processo de volta aos trabalhos, para muitas empresas, deverá ser concretizado nos próximos dias.

“Muitas empresas não voltaram e estão adequando os seus canteiros de obras para esta nova realidade. Quem voltou são aquelas que possuem poucos funcionários, e alguns me procuraram para relatar isso, mas já garantiram que até a próxima quarta-feira (1º de abril), devem retomar de vez e dentro das regras estipuladas para o período”, destacou.

Lojas de materiais para construção voltam ao trabalho com medo.

No primeiro dia da retomada do comércio, empresários afirmam que as vendas acontecem em um ritmo positivo para o período. Foi o que alegou, por exemplo, Edval Cunha, dono da Cunha Materiais Para Construção, localizada no bairro Aero Rancho.

“Nosso movimento hoje [ontem] está normal. Tomamos algumas medidas de prevenção como as faixas para separar funcionários de clientes pelo menos 1,5 metro, além de disponibilizar lavatórios e álcool em gel na entrada.

Mesmo assim, acho que a retomada foi uma decisão precipitada, porque ainda nem entramos na semana de pico da doença, o que pode causar ainda mais impactos, já que o contato voltou. Por outro lado, pensando em garantir o salário dos funcionários, foi uma decisão necessária”, pontuou.

O empresário Lamércio Pereira, do estabelecimento Pedreiro Construção, na Vila Marcos Roberto, pontua que voltar ao trabalho representa equilibrar o medo com a necessidade de garantir um sustento para a família.

“Estamos atendendo e, pelo que eu tenho visto, o movimento está fraco. Para a economia do Estado acho que voltar é bom, mas para a nossa saúde, eu já não sei se é o mais seguro. Mesmo assim, estamos fazendo nossa parte, pois aqui estamos tentando diminuir as despesas e pensando em promoções para atrair os clientes”, finalizou.

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso do Sul