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SBT ENTREVISTA PRESIDENTE DA ACOMASUL

Recentemente, a CEF anunciou a redução dos juros para o financiamento imobiliário. Com isso, a expectativa é de mais empreendimentos, geração de emprego e renda. Na reportagem, o presidente da Acomasul, Adão Castilho, foi entrevistado. “Eu acredita em um crescimento de até 20% neste ano para a construção civil”, disse Adão Castilho.

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REUNIÃO DA DIRETORIA DA ACOMASUL

A diretoria da Acomasul se reuniu na manhã desta quinta-feira, 19/04. O presidente, Adão Castilho, detalhou porque a Associação protocolou na Câmara Municipal propostas ao Plano Diretor de Campo Grande. O documento também foi entregue para o Ministério Público Estadual. Os pontos questionados pela Acomasul estão relatados em reportagem de ontem publicada no nosso site e facebook.

Ficou definido também que a reunião com os associados no mês de abril será no dia 26, próxima quinta-feira. Desta vez, o local da reunião será na Escola Senai da Construção que fica na Avenida Rachid Neder esquina com a Rua Caxias do Sul, no Bairro Coronel Antonino.

A diretoria executiva também recomendou os cursos de qualificação da Escola da Construção, que tem preços acessíveis e ensino diferenciado.

Outro assunto foi a questão do Jardim Sumatra em Campo Grande, uma área consolidada porém irregular. Já houve uma reunião na prefeitura na última terça-feira. Hoje à tarde, está marcada outra reunião, desta vez com o departamento jurídico da Acomasul. A Associação acredita que aos poucos a situação vai se resolver.

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GOVERNO TENTA BARRAR NO SENADO PROJETO DE SAQUE DO FGTS

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR) apresentou um recurso assinado por outros 17 senadores para que o Plenário do Senado analise melhor o projeto de lei que permite o saque do saldo do FGTS a quem pede demissão.

O projeto havia sido aprovado na semana passada pelo Comissão de Assuntos Sociais do Senado, e seguiria para a votação na Câmara dos Deputados caso não houvesse a apresentação de recurso.

Várias entidades já se posicionaram contra o projeto, entre elas, a FENAPC, por entender que ele prejudica o desenvolvimento do Brasil por atacar recursos que têm por objetivo a habitação popular e a infraestrutura, como saneamento básico. Para a FENAPC, a coletividade está acima do interesse individual. Neste caso, autorizar o saque deliberado do FGTS iria prejudicar o povo brasileiro, especialmente os mais pobres que perseguem o sonho da casa própria por meio do Minha Casa Minha Vida, Programa sustentado pelo Fundo de Garantia.

Segundo a senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), autora do projeto, “os trabalhadores devem ter os mesmos direitos, quer peçam demissão ou sejam demitidos injustificadamente. A FENAPC considera estes argumentos levianos e muito mais prejudiciais do que benéficos.

Segundo um levantamento do CAGED (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados)  a aprovação da medida causaria um impacto anual de R$ 28 bilhões no FGTS.

Fontes em Brasília, consultadas pela assessoria de comunicação da FENAPC, informaram que o presidente Temer pediu para que Romero Jucá tente barrar o projeto ainda no Senado, porque caso fosse aprovado pela Câmara dos Deputados, Temer não iria sancioná-lo.

O Senado está com uma consulta pública aberta para que a população opine sobre o projeto. Nesta quinta-feira, às 13h, o placar estava 710 contra o projeto e 657 a favor.

CLICK NO LINK ABAIXO PARA DEFENDER O FGTS DE MAIS ESTE ATAQUE
https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=127329

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ACOMASUL PROTOCOLA SUGESTÕES AO PLANO DIRETOR DE CAMPO GRANDE

A diretoria executiva da Acomasul participou nesta quarta-feira, 18/04, de mais uma audiência pública para discutir o Plano Diretor de Campo Grande. Foi a terceira audiência acompanhada pela Acomasul na Câmara Municipal.

A Acomasul estudou o Plano Diretor e entende que ele pode melhorar. Neste sentido, a Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul elaborou sugestões ao Plano que foram protocoladas hoje na Câmara Municipal. Uma cópia foi entregue para a promotora do Ministério Público, Andréia Cristina Peres da Silva.

“São questões relacionadas ao coeficiente de aproveitamento básico, vazios urbanos, anel viário, e depósito de combustíveis da Vila Eliane”, afirma Adão Castilho, presidente da Acomasul.

O coeficiente de aproveitamento é o número que multiplicado pela área do terreno define o potencial construtivo . A Acomasul defende o coeficiente 1, como preconiza o Ministério das Cidades, e não um coeficiente variável como está no Plano. “Com o coeficiente 1, a pessoa que tem um terreno de 360m² pode edificar no máximo 360m². Quando o coeficiente é variável, isso gera desigualdade de tratamento entre seus proprietários porque os que podem construir com coeficiente mais elevado têm os terrenos mais valorizados”, explica Adão Castilho.

Para a Acomasul também é necessário definir um coeficiente de aproveitamento mínimo para que não aumente o vazio urbano, que hoje atinge quase 40% da cidade.

No Plano Diretor também não está incluída a transferência do anel viário para fora do perimetro urbano. Essa transferência consta do que foi acordado entre Ministério dos Transportes e CCR MSVia.

Sobre o depósito de Combustíveis da Vila Eliane, o Plano Diretor não prevê a remoção dele. O entorno da região vem crescendo e o depósito gera um perigo para população.

“Além de tudo isso, não foi mencionado no Plano Diretor políticas sociais públicas como educação, saúde, esporte e lazer. Com as sugestões, nosso objetivo é valorizar e incentivar a infraestrutura em todas as regiões de Campo Grande, e não apenas em determinadas áreas”, finaliza Castilho.

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NOTA DE REPÚDIO: MEDIDA ELEITOREIRA E ANTISSOCIAL PODE AFETAR CRESCIMENTO ECONÔMICO E GERAR DEMISSÕES

A FENAPC (Federação Nacional dos Pequenos Construtores) vem a público manifestar o seu repúdio em relação ao Projeto de Lei 392/2016 de autoria da senadora Rose de Freitas (PMDB/ES).

O Projeto autoriza o saque do saldo do FGTS para trabalhadores que pedem demissão. O texto foi aprovado na última quarta-feira, 11/04, pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Caso não haja no Senado recurso …para análise do tema, a proposta segue para a Câmara dos Deputados.

A FENAPC é totalmente contra o Projeto. A Federação não entende a razão pela qual foi aprovada a medida no Senado, porque se o trabalhador pede demissão entende-se que ele já tem outro trabalho ou meio de subsistência. Com o Projeto, cria-se também condição para as pessoas pedirem demissão só para sacar o FGTS. Lembrando que na gênese, o objetivo do Fundo de Garantia é fornecer ao trabalhador demitido um recurso extra até que ele possa se recolocar no mercado de trabalho.

A FENAPC entende que a aprovação do Projeto causaria um impacto direto no crédito imobiliário. O agente operador e financeiro do FGTS é a Caixa Econômica Federal, que responde por cerca de 60% do financiamento imobiliário. Além disso, o dinheiro do FGTS é responsável por quase metade dos recursos direcionados para financiar a compra de moradias. O montante em 2017 atingiu 58 bilhões de reais.

O CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) estima que a aprovação do Projeto teria um impacto de 28 bilhões de reais por ano no FGTS.

Nos últimos anos, o pequeno construtor enfrentou várias dificuldades por causa da crise econômica e restrição de crédito. Agora, que a situação está se normalizando e o país voltando a crescer, esta medida coloca mais uma vez em risco a retomada do setor da construção civil, um dos alicerces da economia do Brasil. Estudos mostram que a cada 1 real aplicado na construção civil, são gerados 3 reais em outros setores.

Dessa forma, A FENAPC junta-se a várias entidades que também repudiam este Projeto por entender que ele representa um retrocesso, prejudicando toda uma coletividade, e atingindo milhões de famílias que vivem o sonho da conquista da casa própria.

A FENAPC faz um apelo aos deputados federais, senadores, e para o presidente Michel Temer para que barrem esta medida. Caso seja aprovada, vai trazer graves prejuízos na empregabilidade. O setor da construção civil emprega hoje cerca de 12 milhões de pessoas no Brasil. Caso o Projeto seja aprovado vai gerar demissões em cadeia.

Pedimos que parem de fazer do FGTS instrumento de medidas demagogas e eleitoreiras que em nada ajudam a economia e o desenvolvimento social.

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CEF ANUNCIA REDUÇÃO DE JUROS IMOBILIÁRIOS

Depois de um ano e meio sem alteração, a CEF anuncia nesta segunda-feira, 16/04, a redução da taxa de juros para o crédito imobiliário. A taxa mínima cai de 10,25% para 9% ao ano pelo SBPE.

A CEF também aumentou o percentual para financiamento de imóveis usados. Passa de 50% para 70%. Com isso, a CEF pretende aumentar em até 20% a oferta de crédito imobiliário para 2018.

O banco vai aceitar ainda transferência de financiamento.

PARA LER A REPORTAGEM COMPLETA ACESSE O LINK ABAIXO

https://g1.globo.com/economia/noticia/caixa-anuncia-reducao-de-juros-e-aumento-do-valor-financiado-para-a-casa-propria.ghtml

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CORREIO DO ESTADO ENTREVISTA PRESIDENTE DA ACOMASUL

A edição do jornal  Correio do Estado desta segunda-feira, 16/04, traz uma reportagem sobre a retomada da construção civil a partir de pequenas obras.

O presidente da Acomasul, Adão Castilho, comenta sobre o crescimento das construções pelo programa Minha Casa Minha Vida.

Para ler a reportagem acesse o link abaixo

https://www.correiodoestado.com.br/economia/obras-de-pequeno-porte-puxam-retomada-da-construcao-civil/325868/

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ENTREVISTA COM O DIRETOR NACIONAL DE HABITAÇÃO DA CEF

Recentemente, houve mudanças no comando da CEF em Brasília. O cargo de Diretor Nacional de Habitação passou a ser exercido por Paulo Antunes, que por muito tempo, comandou a superintendência da CEF em MS.

A assessoria de comunicação da Acomasul e Fenapc fez uma entrevista com o novo Diretor de Habitação.

ASSESSORIA: O senhor acredita que o Estado de MS tem alguma particularidade em relação ao programa Minha Casa Minha Vida?

PAULO ANTUNES: Mato Grosso do Sul conseguiu, no Programa Minha Casa Minha Vida, realizar um volume considerável de contratações em todas as faixas do Programa, o que proporcionou o acesso à moradia digna a milhares de famílias no Estado. O grande diferencial para que essas contratações ocorressem está nas boas parcerias estabelecidas entre Governo Federal, representado pela CAIXA, o Governo do Estado e todos os seus Municípios.

ASSESSORIA: O que o senhor acha que precisa melhorar na CEF para estimular o financiamento de imóveis?

PAULO ANTUNES: Acredito que realizar a política habitacional no país exige muito trabalho, dedicação e aprimoramento constante de todas as áreas envolvidas. Quando falamos em áreas envolvidas, queremos dizer que, para realizar a construção de uma casa ou mesmo de um empreendimento habitacional, estamos falando da necessidade de determinadas áreas elaborarem os projetos, outras aprovarem os projetos, outras realizarem as obras e outras acompanharem a execução das mesmas. Trata-se de uma grande parceria, que tem como premissa básica a competência de realizar.

ASSESSORIA: Quando a CEF deve anunciar a redução de juros do financiamento?

PAULO ANTUNES: Nos próximos dias a CAIXA deverá anunciar, não somente a redução das taxas de juros, mas também algumas outras medidas que visam a melhoria nas condições de financiamento para as famílias.

ASSESSORIA: O que o senhor pensa da necessidade de asfalto a partir de 2019 (como, por enquanto, preconiza o Ministério das Cidades) para construção de imóveis dentro do programa Minha Casa Minha Vida?

PAULO ANTUNES: Trata-se de uma condição elaborada pelo Gestor do Programa e operacionalizada pela CAIXA, que visa proporcionar melhores condições de infraestrutura nos empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida. Vamos aguardar as negociações.

ASSESSORIA: Muitos construtores relatam que durante a vistoria de imóveis, alguns profissionais ligados à CEF desconhecem certas normas vigentes no COT (Caderno de Orientações Técnicas). O que o senhor pensa sobre isto?

PAULO ANTUNES: Os profissionais da CAIXA são capacitados com regularidade necessária para o atendimento a todas as demandas exigidas na execução dos programas sob sua responsabilidade.

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GOVERNO VAI TENTAR BARRAR PROJETO QUE PERMITE SAQUE DO FGTS PARA QUEM PEDE DEMISSÃO

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou nesta quarta-feira, 11/04, um projeto que permite o saque de 100% do FGTS para pessoas que pedem demissão.

Caso não haja no Senado recurso para análise do tema,  a proposta segue para a Câmara dos Deputados. Algumas entidades ligadas à construção civil já se manifestaram contra o projeto. O Sinduscon de São Paulo diz que o projeto é um risco para a habitação e infraestrutura porque os recursos do FGTS podem diminuir.

Vale lembrar que, em 2017, o FGTS já foi alvo do saque de R$ 42 bilhões de contas inativas. O Fundo recebe constantemente tentativas de ter seus recursos desviados para outros fins.

Fontes do governo federal disseram que Michel

Temer vai tentar barrar ainda no Senado o projeto porque está ciente do prejuízo que ele pode trazer para o FGTS.

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PORTARIA 225 DO MINISTÉRIO DAS CIDADES

Recentemente, vários veículos de comunicação divulgaram que o Ministério das Cidades baixou uma Portaria para elevar o limite máximo de renda bruta mensal para financiamentos imobiliários com FGTS no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida.

As notícias veiculadas dizem que a Portaria 225/2018 aumentou de R$ 3.600 para R$ 4.000 o valor da renda mensal bruta. Mas nenhum veículo de comunicação explicou na prática as mudanças que esta Porta…ria poderia provocar.

A assessoria de comunicação da FENAPC entrou em contato com o Ministério das Cidades e obteve a resposta nesta segunda- feira.

Segundo o Ministério das Cidades, A edição da Portaria nº 225/2018 foi apenas para atualizar a Portaria nº 570/2016 com os valores que já estavam sendo praticados.

FAIXAS DO MCMV

FAIXA 1 = Até R$ 1.800,00

FAIXA 1,5 = Até R$ 2.600,00

FAIXA 2 = Até R$ 4.000,00

FAIXA 3 = Até R$ 9.000,00

ANTES DA MUDANÇA

Faixa 1: sem alteração
Faixa 1,5: era até R$ 2.350
Faixa 2: era até R$ 3,6 mil
Faixa 3: era até R$ 6,5 mil