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FIQUE ATENTO ÀS REGRAS NA REABERTURA DOS CANTEIROS DE OBRA

Nesta quinta-feira, (26), a prefeitura de Campo Grande publicou um decreto que permite o retorno às atividades nos canteiros de obras da capital a partir da próxima quinta-feira, (30). Porém é importante observarmos que o decreto traz uma série de medidas que devem ser obedecidas durante o trabalho na construção civil. São elas:

a) fornecer lavatórios com água e sabão, além de sanitizantes, como álcool 70%
e orientar os trabalhadores sobre o seu uso, quando do início dos trabalhos e pelo menos
a cada duas horas;

b) manter ventilados os ambientes de trabalho, que não estão a céu aberto,
com a retirada de barreiras que impeçam a circulação de ar, observadas as normas de
segurança;

c) todas as ferramentas, máquinas e equipamentos de uso manual devem ser
constantemente limpos e higienizados, antes e durante a execução dos trabalhos;

d) esterilizar grandes superfícies com desinfetante contendo cloro ativo ou solução
de hipoclorito a 1% ao menos duas vezes ao dia;

e) deve ser restrita a entrada e circulação de pessoas que não trabalham no
canteiro, especialmente fornecedores de materiais, que, se necessária a entrada, deve
ser restrita a ambiente de descarga e deve durar o menor tempo possível. A essas
pessoas deve ser oferecida higienização das mãos, com água e sabão ou álcool 70%,
antes de adentrarem à área de descarga;

f) manter distanciamento social em ambientes fechados do canteiro de obras,
como escritórios e refeitórios, de forma a preservar a separação mínima de dois metros
entre as pessoas, nos postos de trabalho ou local de refeições.

g) avaliar a possibilidade de definição de turnos diferenciados de trabalho para
evitar o congestionamento de ambientes fechados, bem como para evitar a aglomeração
de pessoas no transporte coletivo;

h) adotar, temporária e emergencialmente, o ponto por exceção, conforme
previsão legal, para evitar aglomeração de pessoas em volta dos equipamentos de
marcação, em horários de início e final de expediente;

i) afastar, imediatamente, com encaminhamento ao serviço médico, de pessoas
que apresentem sintomas relacionados ao COVID-19, quais sejam: febre e tosse (seca
ou secretiva) persistentes, coriza e falta de ar;

j) adotar de medidas alternativas para as pessoas que não trabalham nas
atividades de produção, como o home office;

k) o afastamento imediato de pessoas consideradas no grupo de risco da doença,
quais sejam: pessoas idosas (com mais de 60 anos) ou que apresentem condições de
saúde pré-existentes, como diabetes, hipertensão ou com problemas respiratórios;

l) a orientação e arguição permanente dos trabalhadores sobre as suas condições
de saúde, bem como de seus familiares, para identificação rápida dos casos que podem
levar às condições de isolamento previstas na legislação;

m) orientar constantemente os trabalhadores quanto às ações de higiene
necessárias quando da utilização do transporte público.

Não será permitida nos estabelecimentos a presença de pessoas que se
enquadrem nos grupos de maior risco ao novo coronavírus (COVID-19), enquadrados
nas seguintes condicionantes:

– possuam doenças cardiovasculares ou pulmonares;
– possuam imunodeficiência de qualquer espécie;
– transplantados;
– maiores de 60 anos;
– gestantes.

A Acomasul pede que todos se enquadrem nas novas medidas. Vamos trabalhar sempre pensando na prevenção e na vida!

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EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL AGUARDAM DECRETO DE RETORNO DAS ATIVIDADES

A Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul) aguarda com ansiedade o decreto que possibilita a retomada das pequenas obras na capital. O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad, já sinalizou que a partir da próxima segunda-feira, (30), serão retomadas obras que tenham até 20 funcionários.

“Nós entendemos a necessidade de isolamento conforme preconizam as autoridades em saúde em relação ao Covid-19. Porém, também temos a convicção de que o prefeito está agindo de maneira ponderada – como grande administrador que é – ao liberar os canteiros de obras porque o setor não pode ficar parado por muitos dias”, avalia o presidente da Acomasul, Adão Castilho.

Segundo Castilho, que também é vice-presidente da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC), as pequenas obras empregam na capital cerca de cinco mil pessoas de forma direta. “Desde a última segunda-feira, (23), a maioria está em férias coletiva, mas se a quarentena nos canteiros de obras permanecesse por muito tempo, com certeza haveria demissão porque o pequeno empresário já vem sofrendo com a crise econômica que deixou o PIB negativo por cinco anos na construção civil”, explica Castilho.

Os pequenos empresários da construção civil são responsáveis por 42% dos imóveis financiados pelo Minha Casa Minha Vida, e movimentam toda uma cadeia local na economia, por exemplo, lojas de material de construção, e profissionais liberais como arquitetos, engenheiros e corretores de imóveis.

O presidente da Acomasul afirma que esta semana de paralisação serviu para uma reflexão intensa sobre o valor da vida e também para rever hábitos de higiene. “Nós pequenos empresários vamos fornecer todos os mecanismos necessários de precaução ao coronavírus, e sabemos que o trabalhador vai levar para os canteiros de obras hábitos que ele adquiriu em casa, fazendo com que estejamos mais protegidos contra essa pandemia”, finaliza Castilho.

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Presidente da Acomasul e vice-presidente da Fenapc, Adão Castilho, falou nesta quarta-feira à Rádio Hora sobre a necessidade do retorno das atividades da construção civil após a quarentena de 15 dias.

Presidente da Acomasul e vice-presidente da Fenapc, Adão Castilho, falou nesta quarta-feira à Rádio Hora sobre a necessidade do retorno das atividades da construção civil após a quarentena de 15 dias.

Presidente da Acomasul e vice-presidente da Fenapc, Adão Castilho, falou nesta quarta-feira à Rádio Hora sobre a necessidade do retorno das atividades da construção civil após a quarentena de 15 dias.

Publicado por Acomasul em Quarta-feira, 25 de março de 2020
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ACOMASUL LANÇA A PRIMEIRA REVISTA DIRECIONADA AO SEGMENTO DOS PEQUENOS EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO

Esta quinta-feira à noite (19) foi uma data histórica para a Acomasul. A Associação dos Construtores lançou a primeira revista direcionada ao segmento. A cerimônia foi no auditório  do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) em Campo Grande.

Várias autoridades participaram do evento, entre elas representantes da Câmara Municipal de Campo Grande, do governo do Estado, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do senador Nelsinho Trad, e da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC) representada pelo diretor técnico, Luciano Rufato.

“Está concretizado aqui um sonho, fizemos a revista no prazo de um mês. Foram dias e noites de trabalho. Quando se quer e se tem objetivo, o resultado aparece”, disse o presidente da Acomasul, Adão Castilho, no início de discurso que fez para os convidados. Castilho também agradeceu a todos os parceiros que colaboraram para a realização da revista que é um marco histórico para a Acomasul. “Foram várias entidades que não mediram esforços para a realização desse sonho. Várias empresas, pessoas, poderes executivo e legislativo, embarcaram conosco nesse ideal. A revista é um documento que fica para sempre, é um legado do nosso trabalho”, explicou Castilho.

A Revista foi idealizada a partir da 2º EXPOACOM-MS (Exposição da Acomasul) realizada no final de outubro em Campo Grande na Uniderp da Rua Ceará. A EXPOACOM teve dezenas de expositores e recebeu a visita de milhares de pessoas em quatro dias.

A Revista teve uma tiragem de três mil exemplares e será distribuída gratuitamente para o segmento da construção civil e para os poderes legislativo e executivo, tanto de Mato Grosso doSul, quanto de outros estados e também de Brasília. “Queremos mostrar a importância do segmento para quem tem a autoridade de desfazer gargalos que prejudicam o nosso desenvolvimento”, reforçou Castilho.

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ACOMASUL LANÇA A PRIMEIRA REVISTA DIRECIONADA AO SEGMENTO DOS PEQUENOS EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO

Esta quinta-feira à noite (19) foi uma data histórica para a Acomasul. A Associação dos Construtores lançou a primeira revista direcionada ao segmento. A cerimônia foi no auditório  do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) em Campo Grande.

Várias autoridades participaram do evento, entre elas representantes da Câmara Municipal de Campo Grande, do governo do Estado, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do senador Nelsinho Trad, e da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC) representada pelo diretor técnico, Luciano Rufato.

“Está concretizado aqui um sonho, fizemos a revista no prazo de um mês. Foram dias e noites de trabalho. Quando se quer e se tem objetivo, o resultado aparece”, disse o presidente da Acomasul, Adão Castilho, no início de discurso que fez para os convidados. Castilho também agradeceu a todos os parceiros que colaboraram para a realização da revista que é um marco histórico para a Acomasul. “Foram várias entidades que não mediram esforços para a realização desse sonho. Várias empresas, pessoas, poderes executivo e legislativo, embarcaram conosco nesse ideal. A revista é um documento que fica para sempre, é um legado do nosso trabalho”, explicou Castilho.

A Revista foi idealizada a partir da 2º EXPOACOM-MS (Exposição da Acomasul) realizada no final de outubro em Campo Grande na Uniderp da Rua Ceará. A EXPOACOM teve dezenas de expositores e recebeu a visita de milhares de pessoas em quatro dias.

A Revista teve uma tiragem de três mil exemplares e será distribuída gratuitamente para o segmento da construção civil e para os poderes legislativo e executivo, tanto de Mato Grosso do Sul, quanto de outros estados e também de Brasília. “Queremos mostrar a importância do segmento para quem tem a autoridade de desfazer gargalos que prejudicam o nosso desenvolvimento”, reforçou Castilho.

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SERÁ LANÇADA HOJE A PRIMEIRA REVISTA DOS CONSTRUTORES DE MS

A Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (ACOMASUL) lança nesta quinta-feira, (19), a primeira revista voltada para o segmento dos pequenos empresários da construção civil de Mato Grosso do Sul. O coquetel de lançamento será a partir das 19h no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ((CREA)  em Campo Grande.

“A revista ACOMASUL nasceu da necessidade em divulgar o trabalho de união do setor da construção civil. Ela se solidificou após lutas, feiras e apoios importantíssimos. Achamos de suma importância trazer ao público os objetivos da Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul, juntamente com os nossos parceiros da cadeia da construção civil.”, afirma o presidente da Acomasul, Adão Castilho.

A Revista foi idealizada a partir da 2º EXPOACOM-MS (Exposição da Acomasul) realizada no final de outubro em Campo Grande na Uniderp da Rua Ceará. A EXPOACOM teve dezenas de expositores e recebeu a visita de milhares de pessoas em quatro dias.

Os pequenos empresários da construção civil são responsáveis por 42% dos imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida. A categoria preenche os vazios urbanos, e movimenta toda uma economia regional, como lojas de material de construção.

A Revista terá uma tiragem de três mil exemplares e será distribuída gratuitamente para o segmento da construção civil e para os poderes legislativo e executivo, tanto de Mato Grosso do Sul, quanto de outros estados e também de Brasília. “Queremos mostrar a importância do segmento para quem tem a autoridade de desfazer gargalos que prejudicam o nosso desenvolvimento”, explica Castilho.

Atualmente, o setor enfrenta a insegurança jurídica, como uma Portaria do governo federal que impede de financiar imóveis pelo programa Minha Casa Minha Vida em vias sem pavimentação asfáltica. Este fator tem prejudicado as famílias mais pobres, já que os imóveis construídos em ruas com asfalto terão um valor maior, extrapolando a faixa mais procurada do programa Minha Casa Minha Vida.

Dessa forma, a revista pretende mostrar a importância de desburocratizar o setor que é responsável por diminuir o déficit habitacional no Brasil que está em quase oito milhões de moradias. “Queremos criar mais emprego, renda e gerar impostos. Assim, o poder executivo terá mais verbas para infraestrutura nos vazios urbanos”, finaliza Castilho.

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SERÁ LANÇADA HOJE A PRIMEIRA REVISTA DOS CONSTRUTORES DE MS

A Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (ACOMASUL) lança nesta quinta-feira, (19), a primeira revista voltada para o segmento dos pequenos empresários da construção civil de Mato Grosso do Sul. O coquetel de lançamento será a partir das 19h no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ((CREA)  em Campo Grande.

“A revista ACOMASUL nasceu da necessidade em divulgar o trabalho de união do setor da construção civil. Ela se solidificou após lutas, feiras e apoios importantíssimos. Achamos de suma importância trazer ao público os objetivos da Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul, juntamente com os nossos parceiros da cadeia da construção civil.”, afirma o presidente da Acomasul, Adão Castilho.

A Revista foi idealizada a partir da 2º EXPOACOM-MS (Exposição da Acomasul) realizada no final de outubro em Campo Grande na Uniderp da Rua Ceará. A EXPOACOM teve dezenas de expositores e recebeu a visita de milhares de pessoas em quatro dias.

Os pequenos empresários da construção civil são responsáveis por 42% dos imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida. A categoria preenche os vazios urbanos, e movimenta toda uma economia regional, como lojas de material de construção.

A Revista terá uma tiragem de três mil exemplares e será distribuída gratuitamente para o segmento da construção civil e para os poderes legislativo e executivo, tanto de Mato Grosso do Sul, quanto de outros estados e também de Brasília. “Queremos mostrar a importância do segmento para quem tem a autoridade de desfazer gargalos que prejudicam o nosso desenvolvimento”, explica Castilho.

Atualmente, o setor enfrenta a insegurança jurídica, como uma Portaria do governo federal que impede de financiar imóveis pelo programa Minha Casa Minha Vida em vias sem pavimentação asfáltica. Este fator tem prejudicado as famílias mais pobres, já que os imóveis construídos em ruas com asfalto terão um valor maior, extrapolando a faixa mais procurada do programa Minha Casa Minha Vida.

Dessa forma, a revista pretende mostrar a importância de desburocratizar o setor que é responsável por diminuir o déficit habitacional no Brasil que está em quase oito milhões de moradias. “Queremos criar mais emprego, renda e gerar impostos. Assim, o poder executivo terá mais verbas para infraestrutura nos vazios urbanos”, finaliza Castilho.

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